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ESTATUTO DA LIGA
(clique aqui)
A Liga de
Prevenção da Crueldade contra o Animal foi
fundada por Edna Cardozo Dias e Maria Irene de
Mello Neves, com o intuito de desenvolver ação
internacional, visando a conservação do meio
ambiente e, em especial para assistir, defender
e proteger a população animal. Para atingir tal
meta colabora com os órgãos governamentais na
implementação de medidas de proteção aos animais
e desenvolve programas de educação ambiental
para conscientização da população.
A LPCA difunde
conhecimentos conservacionistas por meio de
publicações e palestras, realiza pesquisas
referentes à conservação da natureza e propõe
aos órgãos públicos medidas de proteção,
conservação e assistência à fauna.
Com a finalidade
de conscientizar a população, em geral, a Liga
publicou o boletim SOS ANIMAL de 1983 a 1986,
distribuindo-o gratuitamente a todo Brasil e
exterior. Em 1996 transformou o boletim no livro
SOS ANIMAL. Em 1997 publicou o livro O
LIBERTICÍDIO DOS ANIMAIS. Ambos foram enviados
gratuitamente a autoridades e bibliotecas de
todo país. Redigiu e distribuiu, gratuitamente ,
às ONGs de proteção ao animal, todo Brasil, o
manual " Como defender os animais em Juízo".
Manteve continuo
contato com os Poderes Legislativo, Executivo e
Judiciário para a redação de novas leis e
normas, e para o cumprimento dessas em caso de
transgressão.
Dentro desta linha
de ação a Liga vem desenvolvendo as seguintes
atividades:
Vem participando
das diversas campanhas de defesa ambiental a
nível nacional e internacional. Desde sua
fundação a Liga tem participado das principais
campanhas em defesa dos animais no planeta e
contra a crueldade, como o tiro ao pombo,
rodeios, vaquejadas, farra do boi, exportação de
animais vivos, a caça, massacre de animais para
indústria de pele e medicina exótica, pela
abolição da vivissecção, etc.
Mantém
correspondência com entidades congêneres do
mundo inteiro.
Vem acompanhando a
tramitação dos diversos projetos de leis, tendo
participado ativamente da elaboração da
Constituição Federal e as estaduais, da Lei de
Crimes Ambientais, etc., além da elaboração de
regulamentos pelo Poder Executivo.
Foi representante
da ONGs/MG no Conselho Municipal de Meio
Ambiente , em Belo Horizonte, 1986/87.
Em 1987
representou as ONGs de proteção aos animais de
todo Brasil, na Câmara dos Deputados, em
Brasília, em audiência pública em que defendeu a
inclusão do artigo 225, § lº, na Constituição
Federal.
Organizou o 1º
Seminário de Proteção Animal no Brasil, na
Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo em
1988.
Foi uma das
responsáveis pela aprovação da Lei de Abate
Humanitário de animais de Consumo nos Estados de
São Paulo, Ceará, e no município de Belo
Horizonte.
Idem: proibição de
rodeios em vários municípios do país.
Desde 1983
desenvolveu campanha e tomou providências
concretas para a criminalização dos atentados
aos animais domésticos , exóticos, além dos
silvestres, o que culminou no artigo 32 da Lei 9
605/98.
Impediu várias
agressões à natureza por meio de denúncias e
representações aos órgãos próprios.
Elaborou,
gratuitamente ,vários pareceres jurídicos que
foram encaminhados a todo país, a pedido.
Responde,
freqüentemente, a consultas de Vereadores e
Deputados, em todo país.
Proferiu palestras
em vários estados do país.
Participou da
RIO/92, Conferência das Nações Unidas para o
Meio Ambiente e Desenvolvimento.
Representou as
ONGs da região sudeste em várias regiões do
CONAMA e na Câmara Técnica de Assuntos
Jurídicos, de 1996/97 até maio de 1998. Foi
reconduzida para novo mandato de dois anos.
Participou, como
convidada, da reunião da Comissão de Defesa do
Consumidor, da Assembléia Legislativa do Estado
de Minas Gerais, em 1996, para aprovação do
projeto de lei sobre abate humanitário de
animais de consumo.
Hoje o grupo tem
representação em vários estados, como São Paulo,
Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e do
Norte, Ceará, Bahia e na Europa ( França).
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